Acender velas

Hoje, dia 02 de junho, comemoro meu aniversário. Tanto riso, oh quanta alegria. Mais de mil palhaços no salão. Momento de compartilhar com os meus mais um ano de sobrevida. Apagar 27 velas e fazer desejos. Pena que sou adepto das idéias de Rubem Alves, portanto prefiro acender velas ao invés de apagá-las, como chama que nasce a cada nova celebração. Nesse dia, apesar de renovar as esperanças de um futuro bom, é tempo também de acertar o presente para que o passado possa ser vivido mais avidamente em nossos dias. Como diz Mario Quintana: “Nós vivemos a temer o futuro, mas é o passado que nos atropela” e “A saudade que dói mais fundo – e irremediavelmente – é a saudade que temos de nós”. Viver a vida e orgulhar dos seus atos presentes é um dom que deve-se almejar. E por falar nisso, aprecio muito dar presentes, ainda mais quando é util a quem recebe. Um significado especial?  Tantas pretensões por trás desse ato tão altruísta.

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